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CONHEÇA NOSSA HISTÓRIA

 

O Núcleo Assistencial Irmão Alfredo (NAIA) é uma organização sem fins lucrativos de caráter público, instituída em 1982 por um grupo de voluntários.

Na época o foco era auxiliar famílias da Favela do Jd. Edite que possuísem filhos com deficiência, cuidando dos mesmos para que os pais pudessem trabalhar.

 

Atualmente são mais de 220 crianças, adolescentes e jovens com e sem deficiência atendidos nos programas CCA e Jovem Aprendiz.

 

 

Certificada pelo Prêmio Bem Eficiente como instituição modelo em inclusão, o NAIA desenvolve programas que visem o desenvolvimento social, profissional e que fortaleçam os vínculos familiares e comunitário.
 

 

Missão

“Preparar crianças, adolescentes e jovens por meio de um processo socioeducativo de qualidade  e  de redes de apoio comunitário, que abranjam a família, para o exercício pleno da cidadania, reduzindo o risco social a que estão expostos, visando a promoção social, geração de trabalho e renda.”

1982 e 1985

Um grupo de amigos resolve oferecer atendimento social a crianças com deficiência da Favela Jd. Edite 

 

O NAIA foi fundado em 23 de março de 1982, através de um grupo de voluntários, na favela do Jardim Edite. A princípio não recebia qualquer apoio ou subvenção oficial, contando apenas com ajuda de particulares e promoções beneficentes.

Decidiram pela abertura da entidade após constatar a existência de um significativo número de crianças com problemas físicos e/ou mentais, que ficavam trancadas em suas casas sem qualquer atendimento, enquanto seus pais saiam para trabalhar. O objetivo era prestar serviço filantrópico a essas crianças e suas famílias.

Em 1985 a direção do NAIA pleiteou um terreno junto à Prefeitura de São Paulo e deu início à construção do prédio. Através de doações, ergueram a sede na Rua Ribeiro do Vale, 120, firmaram convênio com a FABES, criaram uma mini-creche COEPE I, onde passaram a atender cerca de 60 crianças diariamente.

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 1998 e 2001

Nova unidade, novos rumos
 

Dando continuidade ao trabalho desenvolvido no NAIA, foi criada em 1988, a Unidade COEPE II – V. Missionária, para suprir a ausência de recursos socioeducativos na região para o atendimento a crianças em creche. Atualmente a entidade possui  duas frentes de prestação de serviços, instaladas em prédios próprios, construídos em terrenos cedidos pela Prefeitura de São Paulo. São elas: Centro de Orientação e Encaminhamento do Pequeno Deficiente COEPE I e COEPE II.

Em 2001 ampliaram-se as vagas para crianças sem deficiência com a finalidade de atender a grande demanda da comunidade. A faixa etária atendida estendeu-se para crianças de 06 a 12 anos e 11 meses sem deficiência e até 12 anos para aquelas com deficiências mais graves.

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 2009

Mais um novo Programa, o Jovem Aprendiz
 

Em fevereiro de 2009, uma voluntária inicia a implantação do projeto “jovem aprendiz” com aprovação do CMDCA (lei federal 10.097/2000), aprovado pelo Ministério do Trabalho e Emprego sob o número 4827 - Curso Técnico em Operações Administrativas.  O curso teve início em 23 de março de 2009, com o Preparatório para o Mercado de Trabalho visando à inserção no mercado de trabalho, cujos requisitos são: estudar na rede pública, frequentar ou ter concluído o ensino médio e ter renda familiar em torno de 3 a 4 salários mínimos.

Após aprovados no Curso Preparatório, os jovens são encaminhados para nossas empresas parceiras e mesmo muitos deles conseguem empregar-se por si só. Através de relatos de pais e professores observa-se o grande impacto positivo que o curso tem na vida desses jovens. Observam melhora significativa tanto em seu comportamento como em responsabilidades e relacionamentos.

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1994

Mudança de Paradigma, o NAIA passa atender também crianças sem deficiência

 

À partir de 1994, seguindo a mudança de paradigma em relação ao atendimento oferecido às crianças com deficiência em outros países, iniciou-se o processo de inclusão, que defende a ideia de que essa população tem o direito a acesso a todos os recursos considerados comuns a toda e qualquer criança. Trata-se, portanto, de uma inclusão ao contrário, ou seja, a transformação de um ambiente segregado em espaço inclusivo, constituindo-se um projeto pioneiro na área das deficiências. Desde então, vimos servindo de exemplo e de campo de estágio na formação de multiplicadores.

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2002 e 2006

Nasce o atendimento no formato CCA

 

Em 2002 iniciou-se o programa de educação complementar (além do programa de educação infantil), com a finalidade de atender crianças em risco social no período em que não estão na escola regular, contando com 09 crianças na faixa etária de 06 a 14 anos, assistidas por pessoal voluntário: professores em geral, de artes e dança, bem como educadores.

Em 2006 o atendimento em ambiente inclusivo na educação complementar se solidifica. Tem a finalidade de receber crianças com e sem deficiência, em risco social, no período contrário da escola regular, com a faixa etária de 06 a 14 anos e 11 meses, com capacidade para 100 atendidos.

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2015

Ano de grande dificuldade

 

Foi um ano de grande dificuldade financeira para o NAIA e a crise resultou no fechamento das duas unidades de CEI.

 

A medida causou grande impacto no número de atendidos, de funcionários, mas abre novos rumos de ampliação de atendimento para o CCA e Jovem Aprendiz.

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2016

Ano de mudanças

 

A partir de 2016 o Foco de atendimento do NAIA torna-se totalmente Social, ampliando o número de crianças e adolescentes atendidos no CCA para 120, com mais espaço e salas o número de atividades com voluntários e atendimentos de apoio ampliam-se significativamente.

 

O Programa Jovem Aprendiz passa a ter um maior número de salas, biblioteca exclusiva e possibilidade de ampliação no número de atendidos nos programas Preparatório e Profissionalizante.

 

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(11) 5533-7922 ou 5531-4768

diretoria@naia.org.br

Rua Ribeiro do Vale, 120 - Brooklin - São Paulo/SP